Como se faz Pipoca? — Perguntas frequentes

Relacionamos as dez principais perguntas, que responderemos com o intuito de mostrar como se faz Pipoca. Perguntas sobre processo de produção, tipos de arquivos, leitores digitais, literatura, recursos adicionais, entre outras coisas, estão respondidas, a seguir, de maneira sucinta. Vira e mexe, recebemos perguntas sobre a Pipoca e seus livros. Normal. E-books são coisas relativamente […]

Repórter Pipoca entrevista Benita Prieto

“Esses equipamentos estão nos dando uma oportunidade incrível de promover leitura de forma mais ampla, coisa que nunca tivemos! Podemos pensar que os livros podem estar em equipamentos eletrônicos que, hoje em dia, praticamente todo mundo tem, e se tivermos mediadores que compreendam o mundo digital, que não tenham nenhuma dificuldade em relação a isso, […]

Limites de ações (parte II) — Nossa produção cultural, nosso papel social e nossa construção de conhecimento

É preciso aceitar que há limites no que cada pessoa pode fazer individualmente. Por isso é tão importante o trabalho em equipe (em todas as áreas) e é por isso que conceitos de colaboração vêm ganhando força. Juntos somos mais; sozinhos, porém, precisamos entender e assumir os nossos limites. Na Pipoca, somos uma equipe de […]

Limites de ações (parte I) — A educação escolar, o acesso à cultura, a produção e a distribuição cultural

Quando começamos a produzir nossos livros, certa vez, em uma conversa, causou-nos estranheza dizer que eles eram um produto. Porque, sim, livros são produtos, mas a palavra “produto” passa uma sensação de algo material que pode se quebrar e, depois, vai para o lixo, não tem mais uso. E livros são mais do que isso. […]

Breve história editorial

Até a Primeira Guerra Mundial, os livros brasileiros eram impressos, em sua maioria, na Europa. As editoras e livrarias brasileiras dedicavam-se mais aos livros didáticos, e pouco se imprimia no Brasil. Exatamente por isso, o governo brasileiro começou a se preocupar em incentivar e legitimar a produção de conteúdo editorial didático em 1929, quando criou […]

Novas reflexões sobre formatos de livros digitais: apego ou modelo de negócio?

Por entendermos que, em uma infância saudável, livros e brincadeiras devem caminhar lado a lado, não nos parece haver motivo para ser diferente em relação ao formato digital. É impossível não reconhecer que o espaço da leitura digital, especialmente no caso de crianças, ainda não tem o peso que poderia ter, e que o principal […]

Dia do Livro na terra de Cervantes – Observações e hábitos leitores na Espanha

A contação não foi tão encenada e teatralizada como costuma acontecer no Brasil. E se questionamos o incentivo à leitura em si em eventos tão orais, o que vimos nos pareceu uma solução excelente: o telão reproduz o livro, o contador conta o livro, e as crianças interagem claramente com um livro, por mais que […]

Pipoca no EmprendeLibro (e em Bologna!)

Logo que abriu a convocatória do programa EmprendeLibro, redigimos nosso primeiro projeto internacional! Afinal, mesmo se não passássemos, colocar as ideias em ordem, na forma de projeto, já nos ajudaria muito a dar sequência a ele depois; isso era uma coisa que já sabíamos.  E passamos! Isso significa que, de março a agosto, em vez […]

De alimentação e educação

E se tratássemos bem também a natureza de cada criança? E se entendêssemos a diversidade humana e conseguíssemos uma maneira de educar que desenvolvesse o que cada um tem de melhor e, ainda, que pudesse ser escalonada para que o sistema de educação aceitasse diversas maneiras de educar? Aí, talvez, pudéssemos ter, na perspectiva do […]

Era uma vez…*

Era uma vez uma… Princesa? Não. Era uma vez uma biblioteca. E também era uma vez a Luísa que foi à biblioteca pela primeira vez. A menina andava devagar, puxando uma mochila de rodinhas enoooorme. Ela olhava tudo muito admirada: estantes e mais estantes recheadas de livros. Mesas, cadeiras, almofadas coloridas, desenhos e cartazes nas […]

Cada coisa em seu lugar — Arte x Pedagogia na literatura infantil

E qual não foi nossa surpresa ao ver que, ao final da leitura, um dos pequeninos, em um processo interno intenso de aquisição de linguagem, aprendeu a falar “menino” e “cachorro”! A professora e a supervisora presentes ficaram espantadas e comentaram que não, ele não falava essas palavras. Foi lindo! “Me-i-io”, “ca-o-uo”! A literatura infantil […]

Terceiro ano de Pipoca Azul

Fechamos o Pipoca Azul, no ano passado, com reflexões que trouxemos de Guadalajara e da FIL Niños. Para nós, foi como fechar com chave de ouro, porque a nossa participação naquela feira representou um amadurecimento enorme da Pipoca. E vem rendendo frutos até hoje. Um deles, talvez o principal, seja a participação em um programa espanhol […]

Quando crescer, queremos ser FIL Niños

Dando sequência ao relato sobre a Feira de Guadalajara, em nosso último post do ano,* vamos tratar sobre a FIL Niños, a fantástica Fil Niños! Próximo à entrada principal da feira era possivel acessar um espaço dedicado exclusivamente a crianças, embora, entre os demais setores da feira, também houvesse muitas editoras focadas em produções infantis. Esse espaço específico […]

Pipoca em Guadalajara

Vimos diversos setores da cadeia do livro, de produtores a leitores e educadores (havia um estande enorme do sindicato dos educadores do México, por exemplo!), um ajudando o outro com o objetivo de manter o mercado em movimento, absorvendo as inovações e, principalmente, com espaço para todos os agentes que já existiam e que continuarão […]

Valorizando a ilustração

No processo de produção do livro, algumas vezes vemos as ideias de diversos ilustradores para um mesmo livro e é muito interessante ver o que cada um propõe. As ilustrações nos livros infantis têm o papel de fazer aquilo que a pesquisadora em Semiótica, Lucia Santaella, chama de duplicar e multiplicar o mundo.  Mais uma […]

Ser ou não ser literatura? Eis a questão!

Recentemente, Ruth Rocha deu uma declaração sobre o “politicamente incorreto”. Nós a postamos e dissemos que outra declaração dela tinha nos deixado com a pulga atrás da orelha: a de que Harry Potter não poderia ser considerado literatura.*  Foi aí que nos perguntamos: por quê? Então, paramos, pensamos e chegamos a outra pergunta: afinal, o […]